II CPAN

II Conferência Panamericana

Acesse aqui o Guia de Estudos!

Luiz Filipe Ballstaedt
Diretor
Luiza Lentz
Diretora
Sávio Taite
Diretor

"O hemisfério nos pertencerá, pois, de fato, já nos pertence moralmente, em virtude da superioridade de nossa raça."
Taft, William.
27º presidente estadunidense.
Guerras de independência. Revoltas populares. Recém abolição da escravidão. Início da política estadunidense do Porrete Grande. No início do século XX, a América Latina passava por mudanças violentas e enorme instabilidade. Em meio a esse cenário de incertezas, a nação cubana conquista sua independência e, com uma economia ainda mercantilista, tem contato político, econômico e cultural pela primeira vez com o restante do continente americano. Terá Cuba sua independência limitada novamente, dessa vez por vias do imperialismo estadunidense? Em meio às independências, a América Latina conseguirá se unir, pela primeira vez, em forma de algum bloco político ou econômico? Quais serão as consequências sociais da integração abrupta de Cuba e de outros países americanos a um novo mundo, com uma economia significativamente mais desenvolvida que as suas? São essas e outras questões que pautarão as discussões da II Cpan, em 1901 e 1902.
Senhores delegados, contamos com os senhores para definirem os rumos da nação cubana e das relações econômicas, políticas e sociais da América Latina pós-independência. O futuro do continente americano está em suas mãos.

Lista de delegações

- Argentina

- Bolívia

- Brasil

- Canadá

- Chile

- Colômbia

- Cuba

- Estados Unidos

- Haiti

- México

- Panamá

- Paraguai

- Peru

- Porto Rico

- Venezuela

SiSo - SiSA Social

O Projeto SiSA Social (SiSo) surgiu no ano de 2017, por meio da iniciativa da Secretária Geral da quinta edição da SiSA, Lillie Lima, visando tornar o ambiente de simulações um espaço mais democrático e com maior representatividade. O projeto, que teve como objetivo inicial garantir a isenção da taxa de inscrição para alunos de baixa renda que nunca tiveram a oportunidade de simular, serviu de exemplo para iniciativas semelhantes em outras simulações.

A SiSA dará continuidade à sua política social em sua oitava edição, decidindo que não adotará nenhuma taxa de inscrição, de modo que qualquer um que desejar participar possa fazê-lo gratuitamente.

Comitês


Clique sobre o comitê para ver suas informações


Programação


28/05 - Sexta-Feira

17h - Treinamento Delegados de Primeira Viagem

18h30 - Cerimônia de Abertura

20h00 às 21h00 - Primeira Sessão

29/05 - Sábado

9h às 10h30 - Segunda Sessão

10h30 às 11h - Intervalo

11h às 12h30 - Terceira Sessão

12h30 às 14h - Almoço

14h às 16h - Quarta Sessão

16h - Palestra e Intervalo

17h às 18h30 - Quinta Sessão

30/05 - Domingo

09h00 às 10h30 - Sexta Sessão

10h30 às 11h00 - Intervalo

11h00 às 13h00 - Sétima Sessão

13h00 às 14h30 - Almoço

14h30 às 16h30 - Oitava Sessão

16h30 às 17h00 - Votações Informais e Despedidas

17h00 às 19h00 - Palestra e cerimônia de encerramento

SiSApoia


Pelos nossos princípios de inclusão e acessibilidade, a SiSA VIII será gratuita! Porém, continuamos com o nosso propósito solidário de ajuda ao próximo e, por isso, neste ano de 2021, a SiSA VIII acolheu o Centro Franciscano de Defesa de Direitos, uma instituição franciscana que auxilia, dentro muitos outros grupos, os migrantes latinos-americanos que chegaram e chegam ao Brasil todos os dias. Conheça um pouco mais sobre o trabalho da instituição e venha apoiar!

A narrativa de repulsa de vidas humanas dos territórios implementa práticas discriminatórias e excludentes, geradoras de "sem papéis, indocumentados e ilegais". O fenômeno da migração se configura, principalmente, como resistência diante da crise estrutural, mas também resistência contra a desterritorialização, a violência social e a falta de acesso aos direitos básicos como alimentação, educação, moradia e saúde. Constata-se que o quadro da pandemia de Covid-19 acentuou a vulnerabilidade de migrantes e refugiado, pois tornou mais complexo o processo de consolidação de empregos e aumentou as dificuldades das famílias para obterem o pão de cada dia com dignidade. Além disso, somam-se diversos outros problemas como a fragilidade nas relações comunitárias devido ao necessário isolamento social, a demora para ambientação e domínio linguístico, o precário acompanhamento à saúde e a insegurança pela falta de atendimento quando necessário encaminhar urgentemente pendências documentais.

Diante da realidade de migrantes e refugiados que lutam por uma vida mais digna, o Centro Franciscano de Defesa de Direitos, de Belo Horizonte - MG, sistematizou, a partir de março de 2020, duas frentes inclusivas junto às famílias venezuelanas de Betim, situadas no Bairro Bandeirinhas: estudos e assistência. Os frades menores da Província Santa Cruz, num trabalho compartilhado com as Irmãs Carmelitas Missionárias e outras lideranças comunitárias, têm investido na capacitação desses migrantes a partir de estudos de língua portuguesa e cultura brasileira, com o objetivo de auxiliar no dinamismo de transculturação. Além disso, essa rede de solidariedade acompanha as famílias desempregadas e desamparadas com assistência à alimentação e promoção de oficinas de geração de renda.

Com o objetivo de integração dos migrantes com a língua e a cultura brasileira, estão sendo disponibilizadas aulas de português no formato virtual e materiais impressos aos estudantes, combinados com arranjos para acesso à internet. Mesmo com bom êxito, observa-se que ainda constitui um desafio o acesso dos migrantes à internet e faltam-lhes condições materiais adequadas para os estudos.

Quanto à frente de assistência, o Centro Franciscano de Defesa de Direitos tem mobilizado doações de cestas básicas às 60 famílias venezuelanas que vivem na comunidade do Bandeirinhas, cadastradas nesse projeto da rede de apoio. Contudo, recorrentemente, chegam à comunidade novas famílias, que também necessitam de apoio. Neste ano de 2021, estimuladas a partir da participação em oficinas de culinária, promovidas pelo Centro Franciscano de Defesa de Direitos, aproximadamente 20 mulheres encontram-se engajadas na fabricação de bolos e doces, no sentido de promover o protagonismo feminino, de vencer o amargo da atual pandemia e de obter ou complementar a renda familiar. Entretanto, é desafiador adquirir materiais e equipamentos para avançar nessa iniciativa de geração de renda, uma vez que o desemprego persiste e grande parte dessas famílias continua sobrevivendo do precário trabalho informal e de doações.

Tendo em vista esse cenário, a SiSA VIII se mobilizou em busca de ajudar nossos irmãos latino-americanos por meio da arrecadação de doações em dinheiro, que serão encaminhadas para as maiores necessidades da instituição, e auxiliando o trabalho produzido pelos migrantes. Faça parte dessa rede de apoio e seja uma mão solidária!

Os dados para transferência estão listados. Não deixe de ajudar, qualquer valor é válido e, caso não seja possível o auxílio financeiro, ajude também compartilhando a nossa iniciativa!

Dados para ajudar

Chave Pix: sisacsa2020@gmail.com

Dados bancários
Maria Antonia da Costa Gouveia
CPF: 137.627.226-17
Banco Itaú
Ag 1472 C/C 37566-4


Qualquer dúvida ou sugestão nos procure pelo email ou WhatsApp:
secretariado@sisacsa.com.br

(+55 31) 98684-3669
Ísis Fujii - Secretária de Logística

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